10 Jan 2025
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Entenda como funciona um teste de intrusão, por que ele vai muito além de um scanner automatizado e como ele revela riscos reais antes de um ataque acontecer.

Muitas empresas acreditam que estão protegidas porque possuem firewall, antivírus e um bom time de TI. Mas a única forma de saber, de fato, se um sistema resiste a um ataque real é simulando esse ataque de forma controlada. É exatamente isso que um pentest, ou teste de intrusão, faz.
O pentest é uma simulação autorizada de ataque cibernético, conduzida por especialistas que utilizam as mesmas técnicas, ferramentas e raciocínio de um invasor real, mas com um objetivo diferente: encontrar as falhas antes que alguém mal-intencionado as explore.
Ferramentas automatizadas de varredura são úteis, mas identificam apenas vulnerabilidades conhecidas e padronizadas. Elas não conseguem, por exemplo, entender a lógica de negócio de uma aplicação e identificar que um usuário comum consegue acessar dados de outro usuário simplesmente alterando um número na URL. Esse tipo de falha só é encontrado por um especialista analisando o sistema manualmente.
Encontrar uma vulnerabilidade em ambiente controlado custa muito menos do que descobri-la depois de um ataque real.
O ideal é realizar testes de intrusão periodicamente, pelo menos uma vez por ano, e sempre que houver mudanças relevantes na infraestrutura ou lançamento de novas aplicações. Setores regulados, como financeiro e saúde, costumam ter essa exigência formalizada por normas de conformidade.
Se sua empresa nunca passou por um teste de intrusão, esse é um bom momento para começar. Quanto antes as vulnerabilidades forem identificadas, menor o custo e o impacto de corrigi-las.
Fique por dentro de vulnerabilidades relevantes, boas práticas de segurança e novidades regulatórias como a LGPD.